Trabalho realizado por Fabio Augusto Barbieri, Paulo Roberto Pereira Santiago, Lilian Teresa Bucken Gobbi, Sergio Augusto Cunha, da UNESP, Universidade Estadual Paulista.
Resumo
O objetivo deste estudo foi examinar a variabilidade do movimento angular das articulações do quadril, joelho e tornozelo durante o chute com o dominante e não-dominante no futsal e também avaliar o desempenho, a velocidade da bola e a velocidade linear destas articulações e do pé durante os chutes. Os participantes realizaram cinco chutes com máxima velocidade com cada membro, que foram filmados por câmeras digitais a 120 Hz, objetivando acertar um alvo de 1 m2 posicionado no centro do gol. As imagens dos chutes foram analisadas no software DVIDEOW e os dados brutos foram suavizados através da função LOESS. Os resultados
apresentaram melhor desempenho, maior velocidade da bola e menor variabilidade para o membro dominante; e maior velocidade linear para o lado não-dominante.
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Dentre as variáveis bioquímicas a análise das concentrações plasmáticas de creatina quinase tem ganhado grande destaque. A liberação desta enzima na circulação sanguínea fica aumentada quando ocorre lesão em algum músculo do corpo (rompimento de fibras), assim sendo ela se torna um excelente marcador de lesão muscular (inclusive coração, por isso ela é também utilizada no diagnóstico de infarto).
No futebol, devido ao grande número de divididas, freadas bruscas e acelerações, ocorrem diversas micro lesões na musculatura. Este estresse muscular vai prejudicar o desempenho do atleta e até mesmo facilitar a ocorrência de uma lesão de maior gravidade. Por isso o controle das concentrações plasmáticas de creatina quinase tem sido muito utilizado no futebol, já que é muito comum ter a realização de dois jogo por semana (que pode ser um intervalo insuficiente de recuperação muscular).
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